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	<title>Blues Guitar Chords &#187; electric blues guitar</title>
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		<title>Blues DVD Lessons</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 00:50:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<title>Rock Progressivo: A Influência Da Audição, No Desenvolvimento Dos Estudos Da Guitarra Elétrica</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Jan 2011 13:48:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[electric blues guitar]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p> 
<p><strong>Rock Progressivo: A influência da audição, no desenvolvimento dos estudos da Guitarra Elétrica</strong>.</p>
<p>Silas Azevedo Ribeiro*</p>
<p><strong>Resumo: </strong>A partir de uma observação sobre o preconceito existente entre os alunos de guitarra elétrica em relação a estilos diferentes, consideramos a necessidade de definir propostas mais inteligentes para uma boa apreciação musical. Propostas que desperte cada vez mais a percepção, a fim de oportunizar aos estudantes, a chave para a apreciação de outros estilos. Esclarecer sobre a melhor maneira de escutar os vários elementos encontrados nas músicas, para consequentemente melhorar o desempenho dos alunos em seus instrumentos. Esse artigo levanta delinear de forma simples e clara os elementos básicos da música: ritmo, melodia, harmonia; a importância da bagagem musical, da escolha do repertório e do refinamento técnico para uma boa performance. Com o propósito de dar a possibilidade ao estudante de ouvir de uma maneira mais completa e inteligente rock progressivo. Isso permitirá que ele possa diferenciar quando a música é bem trabalhada, com uma boa estrutura, ou não. E pode levá-lo a desenvolver aptidão na carreira docente, criar mais habilidades para entender o grau do virtuosismo das músicas, para futuramente poder reproduzir. Conseqüência do desenvolvimento da bagagem musical, que ocorre bem lentamente com o decorrer do tempo. E o principal, que é a associação com o refinamento técnico.</p>
<p><strong>Palavras-chave: </strong>Audição. Rock Progressivo. Guitarra elétrica. Bagagem musical.</p>
<p><strong>Progressive Rock: The influence of the hearing, in the development of the studies of the Electric Guitar.</strong></p>
<p><strong>Abstract: </strong>From a comment on the existing preconception it enters the pupils of electric guitar in relation the different styles, we consider the necessity to define more intelligent proposals for a good musical appreciation. Proposals that each time more to call the attention the perception, in order to give possibilities to the students, the key for the appreciation of other styles. To clarify on the best way to listen to the some elements found in musics, to improve the performance of the pupils in its instruments. This article raises to delineate of simple and clear form the basic elements of music: rhythm, melody, harmony; the importance of the musical luggage, the choice of the repertoire and the refinement technician for a good performance. With the intention to give the possibility to the student to hear in a more complete way and intelligent gradual rock. This will allow that it can differentiate when music well is worked, with a good structure, or not. E can take it to develop it aptitude in the teaching career, to create more abilities to understand the degree of the virtuosity of musics, future to be able to reproduce. Consequence of the development of the musical luggage, that occurs well slowly with elapsing of the time. E the main one, that it is the association with the refinement technician.</p>
<p><strong>Key words: </strong>Hearing.<strong> </strong>Progressive Rock. Electric guitar. Musical baggage.<strong></strong></p>
<p> 
<p><strong>___________________________</strong></p>
<p> 
<p>*Professor de Educação Musical – EEBH, Escola Estadual Bárbara Heliodora.</p>
<p> 
<p>Graduando Licenciatura em Musica – UNINCOR, Universidade Vale do Rio Verde.</p>
<p> 
<p>E-mail: <em>guitarfonia@hotmail.com.br</em></p>
<p><strong><br /></strong></p>
<p><strong>1.     </strong><strong>INTRODUÇÃO</strong></p>
<p>A escolha desse tema nos permite discutir questões relativas ao aumento da qualidade do ensino instrumental, através de associações às maneiras mais proveitosas de escutar música1. Transcender às imposições de seguidos desafios técnicos, a fim de um resultado mais consciente e eficiente. Uma das intenções desse artigo é de solucionar, em parte, a deficiência auditiva que a maioria dos alunos apresenta nas aulas de guitarra, conduzindo-os ao desenvolvimento de uma audição mais completa e inteligente. E deste modo, auxilia-los a trilhar por um caminho mais seguro para a musicalização2. Outro objetivo é o de Proporcionar maiores oportunidades para tomada de decisão criativa, a exploração musical expressiva, o refinamento estilístico e a realização estética.</p>
<p> 
<p>É extremamente essencial encontrar o equilíbrio entre o desenvolver da técnica e da musicalidade dentro de um repertório, por isso à implicação da escolha do repertório incluindo o rock progressivo, para a evolução musical dos alunos. Essa vertente do rock tende a enfatizar o desenvolvimento de habilidades técnicas da música clássica e da música popular. Além de ser uma música híbrida, com heranças culturais brancas e negras, é possuidor de mais riquezas sonoras e técnicas para serem explorados ao longo dos estudos e causa muito interesse na maioria dos jovens alunos de guitarra. </p>
<p> 
<p>            Avaliando a complexidade do repertório do rock progressivo, foi indispensável estabelecer uma metodologia de escuta. Neste sentido, entre outros livros analisados, o trabalho de Aaron Copland, <em>Como Ouvir e Entender música</em> (Copland, 1974), apresentou-se como uma referência mais completa e eficiente. O seu livro é uma espécie de guia que aponta vários procedimentos mais inteligentes para uma boa apreciação musical. Um livro destinado não só para leigos, mas para todos que desejam obter um entendimento maior sobre a verdadeira compreensão da música. A diferença está na maneira de escutar, e essa é a intenção, o objetivo do projeto, justamente prepará-lo para melhor compreender o rock progressivo.</p>
<p><strong>___________________________</strong></p>
<p> 
<p><strong>­­</strong>1 Reconhecer uma melodia ao ouvi-la, ser capaz de relacionar o que esta ouvindo em um determinado momento com o que aconteceu antes e com o que está para vir. Distinguir os timbres dos instrumentos, os vários tipos de elementos etc. Vide pág. 12 – 27 (Copland, 1974).</p>
<p> 
<p>2 Segundo Copland não implica ir ao cinema e depois tocar todas as melodias do filme, nem possuir o ouvido absoluto pode ser prova de musicalidade. Muitos pianistas passam a vida executando grandes obras e apesar disso têm uma compreensão bastante pobre da música. </p>
<p> 
<p><strong>2.     </strong><strong>A INFLUÊNCIA QUE EXERCE O ROCK PROGRESSIVO</strong></p>
<p>O rock progressivo, também conhecido como rock sinfônico, é um rock intelectualizado, que mudou totalmente a concepção das músicas, a partir da metade da década de sessenta, causando um impacto fascinante em seus ouvintes. Os músicos adeptos desse novo estilo incorporaram efeitos eletrônicos e instrumentos orientais. Nascem muitas letras (vinda de verdadeiros poetas) que falam de alucinações, sonhos coloridos, aventuras sexuais, mundo encantado, etc. Os álbuns apresentam tema ou história nos quais são explorados ao longo do disco. Através de entrevistas a vários professores de guitarra, foi constatado que a maioria dos alunos adolescentes procuram aulas particulares de guitarra interessados em aprender a tocar rock’n roll. Devido ao gosto imposto pela mídia, o modismo. </p>
<p> 
<p>Esse termo <em>progressivo</em> surgiu ainda na década de sessenta, com o objetivo de designar um &#8220;desenvolvimento progressivo do Rock&#8221;. Ou seja, em busca do progresso, se distanciando muitas vezes dos preceitos básicos do Rock. </p>
<p> 
<p>Através do contato com os álbuns de bandas sinfônicas, produzidos a partir da década de sessenta, identificam-se características principalmente da música clássica, do jazz, do blues, rhythm and blues, country em contraste com o rock americano. Na verdade, esse estilo combina o sentido de espaço e a monumentalidade da música clássica com a energia e o poder do Rock, com uma nova profundidade e sofisticação. Um som tão ortodoxo quanto significativo, sendo associado a um grande movimento de vanguarda e contracultura. Ele tem mais elementos, mais riquezas para acrescentar na bagagem musical dos alunos, pois apresenta características acadêmicas também encontradas na música clássica. </p>
<p> 
<p><em>“Até 1966 ou 1967 o rock inglês não difere muito em concepção do norte americano. É aquele famoso quatro por quatro, marcado por acompanhamento de baixo elétrico, guitarra e bateria&#8230;”</em>. (MONTANARI, 1993, p. 65).</p>
<p> 
<p>Mas o rock progressivo vai além das loucuras, experimentações, dos psicodélicos espetáculos. Alguns esclarecimentos sobre o que significa ser musical, e sobre procedimentos simples associados à forma de escutar música podem ser essenciais para se obter uma boa compreensão do que realmente está acontecendo na música. É principalmente através das audições que será formada a bagagem musical, que é matéria-prima da criação. Esta procede e três etapas: a imitação – método Suzuki; a improvização; e por ultimo a criação.</p>
<p><strong>3.     </strong><strong>BAGAGEM MUSICAL – A MATÉRIA PRIMA DA CRIAÇÃO</strong></p>
<p>Numa entrevista dada à revista Guitar Player, o guitarrista Scott Henderson afirma que as pessoas são aquilo que ouvem (música). Ele se referenciava a essa tão citada bagagem musical, pois o desenvolvimento do estudo dependera muito dela. A necessidade de ouvir frases, acordes de outras pessoas, se dá porque através do acumulo de influências é que o aluno, um dia, desenvolverá seu estilo próprio.  E como diz Henderson isso depende do que se ouve. O problema é que todos têm a oportunidade de não entender a música em questão, como afirma Copland.</p>
<p> 
<p>De acordo com Fred N. Kerlinger (p.1): <em>“Há muito se sabe que a maioria das pessoas são más observadoras até dos fenômenos mais simples”</em>. É por isso que grande parte dos alunos, no início das aulas, não consegue ouvir certos tipos de música, criando preconceitos, pois não possui ainda habilidades para compreendê-la, devido a sua grande complexidade.</p>
<p> 
<p>Falret, o pai da teoria psicógena da alucinação, faz a seguinte explanação: <em>“a memória entra primeiro em ação, fornecendo os materiais; a imaginação dá-lhes colorido enfim, as recordações transformam-se em imagem, e estas são projetadas sobre o mundo exterior”.</em> (GÁRCIA, 1973, p. 82).</p>
<p> 
<p>            Mas que fique bem claro que a inspiração é fornecida pela memória e a imaginação ajuda a completá-la, porém, a fonte de energia principal da inspiração é o estudo, o conhecimento, a experiência, a técnica que só se adquire com muita disciplina, muita prática. Essa parte permanece oculta na música. Mas sem ela a inspiração se torna impossível. Visto que é fruto de um trabalho e não de uma força vinda do além, como pensam as pessoas não musicalizadas3.</p>
<p> 
<p><em>As artes e a literatura são puros exercícios de imaginação, quem inventa, combina formas, cores, sons, idéias, sentimentos, que se animam, que se adornam de significados morais. A verdadeira obra de arte é, pois, pura associação de idéias ou de imagens, e a sua legitimidade se traduzem em inteligibilidade. A criação, a invenção artística ou cientifica não se fazem ex-nihilo; os seus elementos são fornecidos pela memória, pela experiência. Quando o móvel e parte das operações se passam inconscientemente para o artista ou inventos, tem-se a inspiração.</em> (GARCÍA, 1973, p. 105).</p>
<p><strong>___________________________</strong></p>
<p> 
<p> 3 Carentes de suficiente formação prático-teórica tanto no conteúdo quanto na área pedagógica, os professores de musica passaram a conceber o ensino como algo em que imperasse o espontaneísmo, o improviso e a ausência de objetivos definidos. Eliminam-se o método e o processo construtivo do estudo e do trabalho, criando-se uma visão idealista que os artistas são seres inspirados divinamente. FERNANDES, Alvanize V. Presença Pedagógica. Jul./ago. 1997. v.3 n. 16.  </p>
<p> 
<p>Educando, em parte, as faculdades analíticas pelas repetidas audições, é que uma pessoa conseguirá perceber a diferença na fisionomia rítmica de cada grupo.</p>
<p> 
<p>Portanto, a pesquisa vem aconselhar meios adaptáveis para superar as dificuldades que se apresentam ao deparar-se com a complexidade do rock progressivo. Por conseqüência, o hábito de ouvir corretamente com o passar do tempo, trará mais aptidão para distinguir cada vez melhor os diversos elementos que o compõem. Ainda assim de forma incompleta, visto que, apenas os músicos profissionais têm a possibilidade de um completo entendimento, um verdadeiro raio-x na música.</p>
<p> 
<p><em>“O conteúdo consciencial da percepção faz-se por uma combinação da vivência sensorial e da reprodução de imagens. Podemos então defini-la: a percepção é o reconhecimento complementar do objeto”</em>. (GÁRCIA, 1973, p. 73).</p>
<p><strong>4.     </strong><strong>COMO ESCUTAR OS ELEMENTOS DO ROCK PROGRESSIVO</strong></p>
<p> 
<p><strong>4.1.   </strong><strong>O Ritmo</strong>4<strong></strong></p>
<p> 
<p>De acordo com Copland o ritmo sempre vem, na imaginação das pessoas, associado à idéia de movimento físico. É um elemento envolvente que exerce fascínio desde os tempos mais remotos. Essa qualidade faz o chamar atenção. Porém os elementos rítmicos do rock progressivo podem assumir uma complexidade espantosa (HUDSON, 2001), muito difícil de entender e ouvir. Por isso faz-se necessário um esclarecimento, a fim de abrir os horizontes do universo rítmico. A maior parte da estrutura rítmica das músicas divide-se nos fatores metro e ritmo. </p>
<p> 
<p>Influenciado pela música erudita, que no final do século XIX começou a quebrar a regularidade monótona das unidades métricas. No progressivo usam-se ritmos pouco comuns, métricas diferentes a cada compasso. E assim alcançando efeitos rítmicos inventivos e surpreendentes: 7/8 como muitas músicas do Rush, por exemplo; havendo mudanças de escala numa seqüência de 5/8 – 5/8 – 7/8 – 5/8 – 7/8 – 5/8 – 5/8-7/8 como é a música “Dance of eternity” do Dream Theater (HUDSON, 2001). Além disso, usa-se síncope, rítmações pouco usuais, tempos por vezes sobrepostos, e polirritmia como apresenta o início da música “Close to the Edge” dos Yes. Os efeitos rítmicos desenvolveram uma nova liberdade dentro dos limites de um mesmo compasso.<strong></strong></p>
<p><strong>___________________________</strong></p>
<p> 
<p>4 Em geral, o ritmo designa a variação da duração de sons com o tempo. João Paulo Pinto Fidalgo N.º1021406 Universidade Lusíada de Lisboa. Licenciatura em Comunicação e Multimédia, Cadeira de Formação Musical &#8211; 2006.</p>
<p> 
<p>Entretanto, mesmo os ritmos mais complexos foram feitos para serem apreciados, ainda que não sejam analisados. O importante é ouvir e muito a linha rítmica, para assimilar novas sensações. “<em>Mais tarde, ouvindo com mais atenção e não resistindo de maneira alguma à pressão do ritmo, você será capaz de incorporar à sua apreciação musical as maiores complexidades do ritmo moderno&#8230;”</em> (COPLAND, 1974, p. 45).</p>
<p> 
<p>Aumentando a bagagem de conhecimento de ritmo, melodia, harmonia descobrir-se-á muito mais maravilhas que supunha o vão conhecimento sobre a musicalidade.</p>
<p><strong>4.2.   </strong><strong>A Melodia</strong>5<strong></strong></p>
<p> 
<p>Geralmente a melodia é o aspecto que a maioria das pessoas mais tende a reconhecer. Porém não podemos definir o que é uma boa melodia, sem estabelecer uma relação com as melodias que conhecemos e classificamos como boas.</p>
<p> 
<p>A boa melodia possui uma espécie de esqueleto, uma espinha melódica. Esse esqueleto dificilmente será entendido completamente por um leigo. Porém um leigo poderá perfeitamente perceber a falta desse esqueleto. E isso também irá depender da bagagem musical de cada um (COPLAND, 1974).</p>
<p> 
<p>Muitas frases musicais dependiam da propagação do som no ambiente, do seu desenvolvimento. Sendo, portanto, um som “artesanal”. Com muito uso dos inovadores sintetizadores e com muita qualidade expressiva, provocando uma forte resposta emocional que leva às alucinações.</p>
<p>As melodias como as frases da língua, dispõem muitas vezes de pontos intermediários de repouso, equivalentes às vírgulas e ao ponto e vírgula dos escritores. Esses descansos provisórios, ou cadências, como são chamados muitas vezes, tornam a linha melódica mais inteligível, dividindo-a em frases que podem ser entendidas com mais facilidade. (COPLAND, 1974, p. 47).</p>
<p>Na hora de ouvir a linha melódica é importante esquecer os compassos e ouvir as frases. Ela existe no âmbito das escalas: há doze escalas diatônicas no modo maior e mais doze escalas no modo menor.</p>
<p> 
<p>Algumas melodias podem ser tocadas duas ou mais vezes na mesma música. podem ser realizados diferentes contrastes, o mais comum é tocar uma melodia </p>
<p><strong>___________________________</strong></p>
<p> 
<p>5 Dimensão horizontal ou linear da música, toda e qualquer sucessão inteligível de sons. Refere-se a uma seqüência de alturas (notas), com ritmo definido e sentido de conjunto. NESTROVSKI, Arthur – Notas Musicais. São Paulo, Publifolha, 2000. </p>
<p> 
<p>Portanto, o compositor deve se preocupar em atingir um equilíbrio entre a repetição e o contraste, para melhor articular a composição. No rock progressivo são introduzidas muitas idéias contrastantes, para que a música tenha uma variedade de interesses. De várias maneiras completamente nova, e existem outras formas como: mudança de tonalidade, mudança de modo, ritmo, andamento, dinâmica, ambiência, textura e timbre etc.</p>
<p> 
<p>Em seu livro Copland diz que nunca deve se permitir perder de vista a função que a melodia exerce numa determinada obra. Assim o resultado será uma percepção capaz de distinguir uma boa melodia, do que é banal e pouco inspirado.</p>
<p><strong>4.3.   </strong><strong>A Harmonia</strong>6<strong></strong></p>
<p>A característica da harmonia de do rock progressivo é consonante, mas temperada com dissonâncias muito dissonante. Por vezes calma e repousante, outras vezes tensa e agitada. Açores com muitas notas. E apesar de tudo é o elemento que mais passa despercebido comparado ao ritmo e melodia. Segundo Aaron Copland: <em>“A teoria harmônica baseia-se na suposição de que todos os acordes são construídos a partir da nota mais grave em uma série de intervalos de terça ascendentes”.</em> Muitas bandas de rock progressivo como Yes, por exemplo, fazem uso de harmonias vocais múltiplas e vocalizações pouco usuais.    </p>
<p><strong>5.     </strong><strong>A ESCOLHA DO REPERTÓRIO</strong></p>
<p> 
<p>De acordo com Cecília Cavalieri o repertório é o ponto importantíssimo que permite aos alunos revelarem a sofisticação de seu pensamento musical de forma adequada e confortável. Cecília afirma que o aluno não conseguirá realizar uma boa performance7 em uma música cujo nível esteja mais elevado que sua compreensão musical e técnica. Por isso afirma que o ideal seja encontrar um equilíbrio da técnica e da compreensão para desenvolver a mente, abrir novos horizontes e aprofundar a vida intelectual e afetiva dos alunos, sem comprometer a essência da musicalidade. O repertório do progressivo tende a enfatizar o desenvolvimento de habilidades técnicas da música erudita e erudita popular.</p>
<p><strong>___________________________</strong></p>
<p> 
<p>6 Combinação inteligível de várias alturas soando ao mesmo tempo, dimensão vertical da música. NESTROVSKI, Arthur – Notas Musicais. São Paulo, Publifolha, 2000.</p>
<p> 
<p>7 O diferencial em uma performance para ser musicalmente expressiva é a capacidade de destacar elementos como cadências e pontos culminantes das frases, aparente em sutis microvariações (estilísticamente determinadas) de agógica, dinâmica, articulação, idiosincrática, arbitrária ou dogmática. FRANÇA, Cecília Cavalieri.</p>
<p> 
<p>&#8230; uma competente apresentação de sua obra depende de fatores imprevisíveis e imponderáveis, que se combinam para produzir as qualidades de fidelidade e simpatia sem as quais a obra será irreconhecível em determinada ocasião, inerte em outra, e, em qualquer situação, traída&#8230; (STRAVINSKY, 1996, p. 113).</p>
<p>Segundo Stravinsky: <em>“&#8230; O pecado contra o espírito da obra sempre começa com um pecado contra sua literalidade, e leva às intermináveis loucuras que uma literatura sempre florescente, do pior mau gosto, faz o possível para sancionar”.</em></p>
<p> 
<p><strong>6.     </strong><strong>A ARTE DA IMPROVISAÇÃO </strong></p>
<p> 
<p>O rock progressivo também pode ser caracterizado por longos solos instrumentais (HUDSON, 2001), como no gênero jazz que se obtêm melodias manipuladas inéditas de valorização de nota, mudanças de ênfase rítmica e distorções de tonalidade sobre o tema. Assim podendo conhecer melhor o seu instrumento, para conseguir conhecê-los cada vez melhor (POLLACO, 2005).</p>
<p> 
<p>A arte da improvisação está presente na cultura musical universal, desde que se tem noticia do primeiro ruído criado pelo homem ao qual foi atribuído o nome de música, a trajetória do desenvolvimento da prática da improvisação é ocorrida no gênero popular. Nesse estilo a improvisação individual ou coletiva sugere como parte estrutural da composição.</p>
<p> 
<p>A improvisação esta escravizada à harmonia. Não deve ser gratuita e nem brincadeira de amadores. A primeira coisa que o improvisador deve levar em conta é que há três parâmetros básicos em música, cujo conhecimento é fundamental para a prática da improvisação, são eles: harmonia, melodia e forma8.</p>
<p> 
<p>A harmonia está representada pelas progressões de acordes sobre os quais se improvisam. As melodias relacionam-se às escalas e ferramentas melódicas utilizadas na improvisação, e a forma está presente não só na estrutura rítmica da harmonia como também na organização das partes da melodia, que compõe o todo.</p>
<p> 
<p>Podemos concluir então, que os músicos progressivos além de terem esses conhecimentos acadêmicos da improvisação, muitos deles se destacaram pelo virtuosismo e performance em suas apresentações. Assim podemos citar alguns destaques como Bill Bruford baterista do Yes, Robert Fripp guitarrista do King Crimson, Keith Emerson tecladista do Emerson Lake and Palmer.</p>
<p> 
<p><strong>___________________________</strong></p>
<p> 
<p>8 É a manifestação superior de uma idéia organizadora, de uma intervenção da inteligência contra o acaso. (Roland de Cande – Dictionnaire de Musique).</p>
<p> 
<p><strong>7.     </strong><strong>A DIVISÃO DO PROCESSO DE AUDIÇÃO</strong>9<strong></strong></p>
<p> 
<p>Aaron Copland divide o processo de audição em três componentes: <strong></strong></p>
<p> 
<p>1-          PLANO SENSÍVEL – Ouvir sem pensar, muitas vezes para esquecer-se de si mesmos, como consolação ou subterfúgio, a fim de fugir da realidade e não pensar em nada, muito menos em música. Este plano é importante, porém como diz Copland é só uma parte da história. <em>“Existe, entretanto, a possibilidade de nos tornarmos sensíveis aos vários tipos de matéria sonora usados pelos vários compositores&#8230;”</em> (COPLAND, 1974, p. 23).</p>
<p> 
<p>2-          PLANO EXPRESSIVO – Escondido por traz das notas, toda música têm seu significado expressivo, mas cada pessoa lhe atribui diferentes significados, de acordo com as habilidades de cada um. E explicar isso de maneira clara e satisfatória para todos é praticamente impossível. Em momentos diferentes ela expressa sentimentos diferentes. <em>“O que é importante é que cada um sinta por si mesmo a qualidade expressiva que caracterizam um tema [...] e se sê trata de uma grande obra de arte, não espere que ela lhe diga sempre a mesma coisa em audições sucessivas.”</em> (COPLAND, 1974, p. 25).</p>
<p> 
<p>3-          PLANO PURAMENTE MUSICAL – A maioria dos alunos chega com deficiência nesse plano. É a música existir pela manipulação de suas notas. <em>“O ouvinte inteligente deve estar preparado para aumentar a sua percepção do material musical e do que acontece a ele. Deve ouvir as melodias, os ritmos, a harmonia, o colorido tonal, de uma maneira mais consciente”. </em>(COPLAND, 1974, p. 26).<em> </em>Combinando os elementos, ouvindo-os ao mesmo tempo. Até se tornar instintivo.</p>
<p> 
<p>O esclarecimento desses itens faz-se indispensável porque esse é o caminho mais próximo para uma melhor compreensão. De forma que mesmo o ouvinte leigo, fique ciente do que realmente está acontecendo na música, com o máximo de resultado e sem que elementos importantes passem despercebidos. Isso facilitará o estudo da música. As músicas bem ouvidas serão lembradas na hora da execução; As escalas, e os acordes estudados serão cada vez mais identificados.</p>
<p> 
<p>Os adolescentes são preconceituosos, então incentivá-los a conhecer e desvendar o rock progressivo é uma maneira, talvez a mais simples, para um estudo mais prazeroso e gratificante. O rock progressivo é a chave para a apreciação de outros estilos. Ao escutá-lo logo vem a concepção de uma vasta influência, e perceberam que é só o começo do imenso universo musical.</p>
<p><strong>___________________________</strong></p>
<p> 
<p>9 Esse método de escuta foi estabelecido por Copland a fim de tornar mais claro o processo completo da audição.</p>
<p><strong><br /></strong></p>
<p><strong>8.     </strong><strong>O ROCK PROGRESSIVO BRASILEIRO</strong></p>
<p>A produção nacional de rock progressivo no Brasil foi tardia, somente no final da década de 50 e na época chamava-se iê-iê-iê, se calcava em versões em português para sucessos ingleses, italianos e americanos. Porém o iê-iê-iê começou a aparecer nas paradas de sucesso na segunda fase, recebendo o nome de Jovem Guarda. Deve todo o sucesso ao poder manipulador do programa de televisão. Senão, não passaria de um simples modismo passageiro. Eram considerados “rebeldes”, eram muito mais comportados do que sua contrapartida estadunidense. Como as primeiras gerações do rock estrangeiro, suas letras eram referidas ao amor romântico, mas com mais ou menos dez anos de atraso. Trazia a guitarra elétrica porem com pouca distorção e na maior parte das vezes encoberta pelo teclado. No decorrer de 67, Elis Regina declarou guerra ao iê-iê-iê, defendendo uma suposta proteção aos valores nacionais. Todo esse clima de animosidade acabou culminando-se no dia 17 de julho de 1967, episódio conhecido como “passeata contra as guitarras” &#8211; marcha liderada por vários artistas contra a invasão estrangeira no país. O fim do iê-iê-iê é marcado pela saída de Roberto Carlos do programa Jovem Guarda. Ao mesmo tempo ocorre um ápice no tropicalismo. Este tinha um discurso ufanista, porém foi um movimento que tinha como proposta a música brasileira mais universal, não condenando o uso de guitarras elétricas, nem influências estrangeiras. Desse meio é que surge a banda Os Mutantes que se destacaram do que até então estava sendo feito no rock, letras irreverentes, porém mais maduras por estar mais em sintonia com o que estava sendo produzido pelo restante do mundo; “acertaram” o cronograma nacional, trazendo a psicodelia, o experimentalismo e o rock progressivo. Novas técnicas de gravação: utilizando objetos do dia-dia ao invés de instrumentos e até avançados recursos de estúdio. O melhor CD lançado por eles, contém todas as características dum verdadeiro rock progressivo: “Tudo foi feito pelo sol”. </p>
<p> 
<p>Na década de setenta as paradas de sucesso estavam resgatando ritmos brasileiros. E um dos segmentos da música popular o “brega-romântico”, que se tornou uma das maiores fontes de lucro das gravadoras. O rock estava fora dos holofotes, mas não estava morto. Apenas por influencia direta do Tropicalismo, até a “nova” música brasileira passou a aderir elementos do rock estrangeiro. São reconhecidos nos discos do Clube da Esquina, Secos e Molhados, Samba-Rock, Rock Rural, Sá &amp; Guarabira. Na segunda metade da década, as obstinadas bandas que insistiam em fazer rock no Brasil, geralmente tendiam para o <em>hard</em>: O Peso, Made in Brazil, Patrulha do Espaço, Bicho da Seda, A Bolha. Para o <em>progressivo</em>: O Terço, Recordando o Vale das Maçãs, Som Nosso de Cada Dia, os Mutantes, Moto Perpétuo, Casa das Máquinas, Módulo 1000, Som Imaginário, Aves de Veludo, A Bolha, Bacamarte,  Terreno Baldio. Este movimento conseguiu sobreviver, sem muita visibilidade, mesmo até ao ser suplantado pela onda da discoteca, que em 77 invadiu o Brasil.       </p>
<p> 
<p>O Rock volta às paradas de sucesso na década de 80. As grandes gravadoras decidiram abrir novamente o espaço para o ritmo, porem com o nome de BRock. E finalmente, a partir de 1982 suas bandas deslancham a fazer sucesso até o final da década. É uma geração fruto da primeira geração de roqueiros que se expandiu. Até 1985 – Blitz, Barão Vermelho, Kid Abelha &amp; Os Abóboras Selvagens, Paralamas do Sucesso, Titãs, Ultraje a Rigor, RPM, Legião Urbana. Foi a vanguarda no rock feito na década de 80. O marco dessa época se caracteriza pela chegada dos grandes festivais de rock, como o Rock in Rio (1985) e a internacionalização do Hollywood Rock (1988-1994). Esses festivais foram bons para modernizar as técnicas de produção do espetáculo, tanto na parte sonora, quanto na luz e cenografia. Os eventos serviram também para mostrar a importância do cenário musical brasileiro para o mundo e para o próprio país; mostrar a evolução artística das bandas nacionais, que ao contrário do acontecido em 1985 foram colocadas no mesmo patamar das bandas estrangeiras. A consolidação da popularidade da banda Sepultura deixa bem clara essa importância.</p>
<p> 
<p>A música do início da última década do século XX, no Brasil foi marcada por três “revoluções” que na verdade chegaram bem atrasadas em nossas terras: 1º a popularização do CD – em conseqüência, a duração dos álbuns poderia dobrar e as músicas não se limitariam mais no âmbito de um lado do LP. Consequentemente, o salto qualitativo da gravação digital trouxe novas possibilidades para os músicos em estúdios.  2ºA MTV no Brasil – modificou a maneira de cantores e bandas de lhe dar com a imagem. Devido a escassez de material, começaram a aceitar clipes de bandas fracas, sem muita expressão, divulgando-as. 3º A expansão dos selos ditos “independentes” – começaram restringindo tudo que não viria garantir rendimentos futuros (visão mercantilista), se comprometiam apenas com negócios que julgavam seguros. Estas gravadoras independentes forneciam espaço para que novos “talentos” pudessem ser descobertos ou criados. Os grandes selos encaravam os videoclipes como comerciais televisivos, concebidos para vender mercadorias, ajudando a criar ou até mesmo criando um novo público para seus artistas: através da ênfase em uma particular imagem visual – beleza. Esses novos conceitos abriram espaço para uma nova geração, mais frívola, aberta a essa linguagem, mil vezes mais preocupada com aparência que com a música em si.</p>
<p> 
<p>O que poderia ter sido um impulso para o crescimento da expressão artística dos músicos, tornou-se um importante veículo as gravadoras promoverem seus produtos. Graças a estes fatores, a chamada “geração 90” foi marcada pelo surgimento de inúmeras bandas de muita “pobreza musical”, se distanciando cada vez mais dos verdadeiros preceitos da boa música: Skank, Pato Fu, Planet Hemp, O Rappa, Os Raimundos, Charlie Brown Jr que fizeram e fazem sucesso mais pela popularidade que por valor artístico.  O rock nacional passa a viver uma crise de criatividade, surgindo muito poucas bandas de relevância.  </p>
<p><strong>9.     </strong><strong>CONCLUSÃO</strong></p>
<p>Os resultados dos estudos realizados apontam que promover o desenvolvimento de uma compreensão musical ampla ocasiona um desempenho sólido e fecundo que permite ao aluno expressar-se musicalmente e não apenas o domínio de detalhes de natureza pragmática. Pois assim a busca da perfeição técnica não ofuscará a verdadeira essência da musicalidade. E o aluno passará a desenvolver uma qualidade de pensamento musical mais sofisticado. Este artigo conclui o ensino do Rock Progressivo como beneficiador no desenvolvimento do estudo de guitarra elétrica por aumentar a qualidade do ensino instrumental. As pesquisas realizadas apontam o estilo como um excelente contribuinte para a formação da bagagem musical. Devido à riqueza de elementos técnicos e sonoros que podem ser encontrados na complexidade de seus repertórios, se forem corretamente apreciados. </p>
<p> 
<p>Este artigo tem como intenção fazer alguns esclarecimentos sobre o que significa ser musical, e sobre procedimentos simples associados à maneira mais correta de escutar. Além de ambicionar o despertar do interesse, nos estudantes, para a apreciação de outros estilos como a música clássica, por exemplo. O refinamento da audição aumenta as habilidades para entender o grau do virtuosismo das músicas, e futuramente, poder reproduzi-las. Aumenta, também, a possibilidade do estudante de estar sempre criando novas ferramentas para <em>diferenciar</em>, ou até mesmo <em>criar</em> uma música bem estruturada, bem trabalhada. Devido ao fato da abertura de maiores oportunidades para tomada de decisão criativa, a exploração musical expressiva, o refinamento estilístico e a realização estética. Quanto maior for sua bagagem musical, são maiores, também, as possibilidades de exploração na música. Quanto mais escalas se conhece, mais saídas, possibilidade terá para usar na improvisação, por exemplo. </p>
<p> 
<p>Uma boa bagagem musical quando associada ao refinamento técnico e até mesmo ultrapassando seus limites, consequentemente trará resultados mais concisos, conscientes e eficientes. Portanto, concluímos que o ideal para a evolução musical dos alunos é seguir o caminho que melhor os conduzirá a encontrar o equilíbrio entre o desenvolver da técnica e da musicalidade dentro de um repertório. Encaminhando-o para o desenvolvimento do senso crítico e não se deixando enganar, engolindo qualquer musica que nos é imposta pela visão mercantilista. Que impede os produtores de fornecer espaço para músicos, compositores que realmente valham à pena. Essa é a causa do preconceito que existe não só nos alunos de guitarra, mas em todo o publico alvo da mídia, que não possibilita aos cidadãos que eles conheçam e gostem das outras tantas alternativas que não lhe são lucrativas. Assim despejam todas essa músicas lamentavelmente muito pobres e distantes das verdadeiras intenções musicais. </p>
<p> 
<p><strong><br /></strong></p>
<p> 
<p><strong>REFERÊNCIAS</strong></p>
<p>COPLAND, Aaron. <strong>Como ouvir e entender música. </strong>1. ed. Rio de Janeiro. Ed. Arte nova, 1974, p. 178.<strong> </strong></p>
<p>DEBRAY, Régis. <strong>Vida e morte da imagem – </strong>Uma história do olhar no Ocidente. Petrópolis, RJ. Ed. Vozes, 1994. p. 361.</p>
<p>FERNANDES, Alvanize V. <strong>A música nas aulas de Educação Artística.</strong> Presença Pedagógica. Jul./ago. 1997. v.3 n. 16.  </p>
<p>FRANÇA, Cecília C. <strong>A natureza da performance instrumental e sua avaliação no vestibular de musical</strong>. Belo Horizonte: UFMG, 2003.</p>
<p>FRIEDLANDER, Paul. <strong>Rock and roll: </strong>uma história social. Rio de Janeiro, Ed. Record, 2002. p. 371.</p>
<p>GÁRCIA, J. Alves. <strong>Princípios de psicologia. </strong>4. ed. Rio de Janeiro, Ed. Fundação Getúlio Vargas, 1973, p. 504.</p>
<p>HUDSON, Kelvin Holm. <strong>Progressive Rock Reconsidered.</strong> 1. ed. Ed. <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title" title="Routledge">Routlege</a>, 2001, p. 304. </p>
<p>KERLINGER, Fred N. <strong>Metodologia da pesquisa em ciências sociais. </strong>1. ed. São Paulo, Ed. EDUSP, 1980, p. 378. </p>
<p>MELLO, Zuza Homem de. SEVERIANO, Jairo. <strong>A canção no tampo – </strong>85 anos de música brasileira. Vol. 2.<strong> </strong>São Paulo, Ed. 34, 1998, p. 368.</p>
<p>MONTANARI, Valdir. <strong>Rock Progressivo.</strong> 1. ed. Campinas, Papirus, 1985.</p>
<p>MONTANARI, Valdir. <strong>História da Música da Idade da Pedra à Idade do Rock.</strong> 4. ed. São Paulo, Ed. Ática, 1993, p. 87. </p>
<p>NESTROVSKI, Arthur. <strong>Notas musicais</strong>. São Paulo, Publifolha, 2000.  </p>
<p>POLLACO. Tudo sobre escalas e arpejos. <strong>Cover Guitarra – Método de Guitarra, </strong>São Paulo, 3. ed. Ed. HMP, n. 50, p. 6, 2005.</p>
<p>REZENDE, Conceição. <strong>Aspectos da Música Ocidental. </strong>Belo Horizonte: UFMG 1971</p>
<p> 
<p>STRAVINSKY, Igor. <strong>Poética musical em 6 lições.</strong> Rio de Janeiro:<br />Zahar, 1996, p. 130.</p>
<p>TRIBUTO A WES MONTGOMERY, O BLUES DE SCOTT HEDERSON. São Paulo: Guitar Player, setembro de 1998. Mensal. ISSN 1413-4721.</p>
<p>ULANOV, Barry. <strong>História breve do Jazz. </strong>Lisboa. Ed. Verbo LTDA, 1961, p. 183.</p></p>
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		<title>Acoustic and Electric Guitar &#8211; How They Stack Up Against Each Other</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Jan 2011 06:12:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[electric blues guitar]]></category>

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		<description><![CDATA[A guitar is a musical instrument, usually with six strings. This six-stringed guitar finds its origin in Spain. It can be played by handpicking or by finger-picks or plectrum. Plastic plectrums find wide usage today. However, the tonal quality is higher when tortoise shell picks are used. Guitars can broadly be divided into two categories: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<p>A guitar is a musical instrument, usually with six strings. This six-stringed guitar finds its origin in Spain. It can be played by handpicking or by finger-picks or plectrum. Plastic plectrums find wide usage today. However, the tonal quality is higher when tortoise shell picks are used.</p>
<p>Guitars can broadly be divided into two categories: acoustic and electric.</p>
<p>Acoustic guitars:</p>
<p>Acoustic guitars are generally crafted from wood, be it the low cost laminates or the pure hard wood like spruce, or a combination of both. Acoustic guitars are hollow-bodied and do not need an external amplifier. However, their utility is hampered in bands and orchestras which call for mandatory electric amplification. Amplification can be done through piezo and magnetic pick-ups.</p>
<p>There are many types of acoustic guitars. Among them, classical and steel string guitars are the most popular. The classical guitar is adorned with nylon strings. The strings are plucked with the fingers or finger-nails. Besides pure classical music all kinds of modern music too can be played on it. The music repertoire of the classical guitar is vast and varied. The roots of the classical guitar can be traced back to the lute, the vihuela and the renaissance guitar.</p>
<p>The steel strings of a steel-string acoustic guitar offer a brighter and louder sound. It is essentially larger than the classical guitar to accommodate the tension of the steel strings. A plectrum is a must for playing a steel-string guitar.</p>
<p>Electric guitars:</p>
<p>Unlike the case of an acoustic guitar, pick-ups are a must in electric guitars. Pick-ups convert the mechanical energy to electrical energy. A proper and compatible pick-up is a must for good tonal quality. Pick-ups which have found popularity among most musicians are either electromagnetic or piezoelectric.</p>
<p>The modern day electric guitar is made of solid wood like maple and mahogany. Some plastic material and aluminum alloys are used to give a sleek finish. Jazz, blues and rock-and-roll are the popular versions of music played on an electric guitar.</p>
<p>Lloyd Loar was one of the earliest inventors of the electric guitar but the first commercial guitar was made by Stromberg-Voisinet in 1928. In recent times, the electric guitar has revolutionized the music industry, especially rock music. The American culture is incomplete without the electric guitar.</p>
<p>The thin neck of an electric guitar allows the musician to comfortably hold and play the strings of the guitar. Being lightweight is another advantage of the electric guitar. Sophisticated equipment complements the electric guitar and a variety of effects can be produced like tapping and effects pedals. Modern electronics has a say in the tremendous sound effects that an electric guitar can produce.</p>
<p>Electric guitars can be of many types: solid body, hollow body and metal body. A solid body electric guitar is carved from hardwood and sports a lacquer finish. Pick-ups are used to reproduce sounds, which then pass through an amplifier and are heard from a speaker. Les Paul was one of the earliest inventors of this form of the guitar.</p>
<p>The hollow body electric guitar has a lighter weight and greater resonance. The pick-ups are lined up on the body of the guitar and it has one or two sound holes.</p>
<p>Metal body guitars were first manufactured in the 1950`s, but did not gain much popularity because of their inherent weight problem. Holes were dug into some of their variants which hampered the sound effects of the electric guitar.</p>
<p>Conclusion:</p>
<p>So, all we can infer is that acoustic guitars are a classical musician`s delight whereas an electric guitar is the soul and life of a band.</p>
<p> Roberto Sedycias</p>
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		<title>Easy to Learn Guitar Tabs for Peter Gunn</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jan 2011 16:15:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[It is easy to learn guitar tabs. Only one basic idea needs to be understood, the rest falls into place. To illustrate this idea I will be using tabs for a simple piece of music called Peter Gunn. Guitar tabs are seen by learning guitar players as an easy way to start playing guitar right [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<p>It is easy <a href="http://www.bluesguitarcords.com/recommends/google" style="color:#3300FF;text-decoration:underline;font-style:italic;" target="_blank" rel="nofollow" onmouseover="self.status='http://www.bluesguitarcords.com/recommends/google';return true;" onmouseout="self.status=''">to learn guitar</a> tabs. Only one basic idea needs to be understood, the rest falls into place. To illustrate this idea I will be using tabs for a simple piece of music called Peter Gunn. Guitar tabs are seen by learning guitar players as an easy way to start playing guitar right away. That is true but it is wrong to think that guitar tablature just needs to be read. Like all languages it needs to be understood. So if you have an idea that you would like to become a guitar player and tabs would be a great way to sidestep any difficult learning, there are a couple of things you need to get straight.</p>
<p> 
<p>For somebody who just wants to play along with the singing around a campfire, it must look like a fairly easy job to play the guitar. Lots of people can do it and many of them are idiots. But when you look at a piece of guitar tab it looks kind of scary. Well, look again. It is just a picture of a guitar. Visualize it in your imagination. The tuning end of the guitar is to your left, the body of the guitar is to your right. The thinnest string is on the top, the thickest string is on the bottom. Nothing scary about that.</p>
<p> 
<p>Moving on, we see numbers on the guitar tab. What are they? The numbers running down the left side are the notes sounded when you play the open strings, the numbers that run along the strings represent frets. Frets are the metal strips on the neck of the guitar. You put your fingers a fraction behind the frets to alter the length of the string, so that when it is plucked, strummed or picked the sound is higher or lower depending on how far up the fingerboard you are. So the number one, for example, indicates that one of your fingers must be placed behind the first fret of the guitar. This is the fret closest to the tuning gear on the end of the neck.</p>
<p> 
<p>Now let us look at a section of guitar tab. This is a short riff from a piece of music called Peter Gunn. It was written by Henry Mancini who probably wrote most of the orchestral music that most of us have ever heard, and it has been recorded by many artists, notably The Blues Brothers, Jimi Hendrix and Emerson, Lake And Palmer. The first recording of it was a hit for electric guitar pioneer, Duane Eddy.</p>
<p> 
<p>All the notes are played on the sixth string &#8211; the thickest string, remember? If you play the piano, try it out, the notes are E E F# E G E A G# played as one bar in 4/4 time.</p>
<p> 
<p>e&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p> 
<p>B&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p> 
<p>G&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p> 
<p>D&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p> 
<p>A&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p> 
<p>E&#8211;0&#8211;0&#8211;2&#8211;0&#8211;3&#8211;0&#8211;5&#8211;4&#8211;</p>
<p> 
<p>To play the tabs use down strokes with the pick or your thumb. Once you have played the notes once, go back to the start and play them again until you are tired. Congratulations, now you know first hand that it is easy to <a href="http://www.bluesguitarcords.com/recommends/google" style="color:#3300FF;text-decoration:underline;font-style:italic;" target="_blank" rel="nofollow" onmouseover="self.status='http://www.bluesguitarcords.com/recommends/google';return true;" onmouseout="self.status=''">learn guitar</a> tabs. Really you have all you need to go on and learn your favorite songs. Not many songs have not been put into tab form, so it is just a matter or searching on the net. As your technique gets better, you will find that there are symbols that represent any left hand guitar technique you will learn. If you find tabs for a song that you like, and it contains symbols you do not understand, the tab often has an explanatory key at the top or the bottom. Or you can just look on the popular tab sites for explanations of any symbols you do not know.</p>
<p> Ricky Sharples</p>
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		<title>Guitarist &#8211; Do Your Research</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jan 2011 06:16:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[  This will give you new ideas and you will see how people approach their playing in different ways. You may be familiar with 12 bar blues but everyone has their own different slant towards the way it is played. Jamming with people will force you to improve you ear for keys and pitch etc [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<p>  </p>
<p> 
<p>This will give you new ideas and you will see how people approach their playing in different ways. You may be familiar with 12 bar blues but everyone has their own different slant towards the way it is played.</p>
<p>Jamming with people will force you to improve you ear for keys and pitch etc and you will be playing ideas which very often will be original and inventive. Jamming helps to try and be interesting and push&#8217;s your ability to greater improvement.</p>
<p>Try and get into the discipline of a regular daily time slot say minimum one hour for guitar practice. Break down that time into segments of practicing different areas. So for example the first ten minutes is warm up exercises which can be chromatic scale patterns covering the guitar neck up and down. At a speed that allows the notes to be played cleanly. Try to increase slowly with accuracy in time.</p>
<p>Then perhaps have a ten minute slot on scales. Try scales in different keys. Ten minutes on scale patterns. This is a interesting aspect of practice. The great thing about patterns is they can be applied to most scales and immediately you have achieved a new type of run which often can sound really interesting. So if you had a pattern for example that you go up four notes in the scale then back three. Start again but at the second note in the scale and go up four notes in the scale then back three. Repeat throughout the scale. Just working out new patterns is time well worth spent in practice.</p>
<p>Get used to the pattern and sequence of the run template and it is surprisingly easy to apply this to a another scale. Though the positioning on the guitar neck is different the pattern is the same. The runs can sound very interesting. An easy way to increase your playing dynamics.</p>
<p>Experiment with holding the pick and the pic or plectrum position in your fingers. Different types of picks will have a change in feel. For example a middle gauge pick with a pointed end is excellent for fast accurate clear sounding runs. Softer gauge works well for acoustic strumming. Also try and experiment where over the pickups you pick or strum. Closer to the bridge will give a more of a treble sound compared to picking over the neck pickup that will give a warmer more mellow sound.</p>
<p>Another useful idea is to try playing with a muted sound. This is achieved by placing the palm of your strumming hand over the guitar bridge. This has the effect of muting the strings and stopping them ringing on or sustaining after the note is played. This can give a very powerful and dynamic effect. Try different areas of the palm with different areas of the bridge. When playing runs or scales it will give a more precise sound where each note is more defined.</p>
<p>Experiment with different gauge strings. Players for example often place the full heavy gauge strings on acoustic guitars, why? Try placing electric gauge strings on an acoustic guitar say size 10&#8242;s on the top E string. It is surprising how good the sound can be and it increases the dynamics of the guitar for example proper string bending becomes possible.</p>
<p>String bending is a great part of guitar playing to master. It adds dynamics to your sound and opens up many possibilities of interesting playing techniques, though be prepared it is not at all easy to master and will require a lot of hours of patience practice to master and then some.</p>
<p> Lee Car</p>
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		<title>Jimi Hendrix Let the Acoustic Blues Guitar Revive</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Jan 2011 21:03:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[electric blues guitar]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>
<p>Bob Dylan once used to play acoustic guitar. It was quite extraordinary when many years ago he appeared on stage with an electric guitar in his hands. The comments came in right away and he made the front page of the big newspapers. Many of his admirers saw an electric guitar as an instrument to play loud rock music. Bob Dylan didn&#8217;t care and performed his magic on an electric guitar.</p>
<p>Blues music is a little different. The first blues notes were played on the acoustic blues guitar but even the old blues musicians got hold of the electric guitar. I think it&#8217;s a sad story because the acoustic blues guitar produced some great blues music.</p>
<p>Back in Chicago in the 1930&#8242;s or so there was a movement that was growing. People were enthusiastic when blues musicians from the Mississippi delta area brought their music to the streets and cafes from Chicago. Muddy Waters and Son House were huge stars in Chicago and they would play that <a href="http://www.bluesguitarcords.com" target=_self>acoustic blues guitar</a> until people were just going wild.</p>
<p>The acoustic blues guitar became unpopular when people like Howling Wolf came along and replaced their acoustic guitar by an electric guitar. Wolf and other artists started recording classic acoustic blues guitar hits on electric guitars and that was the music that got out to the people. Soon Son House and the others were relics and Robert Johnson and that famous picture of him and his acoustic <a href="http://www.bluesguitarcords.com" target=_self>blues guitar</a> became treasured pieces of the past.</p>
<p>Jimi Brought It Back For A Little While</p>
<p>For many years the electric guitar ruled the blues world and then Jimi Hendrix decided to record a short movie of himself playing an acoustic blues guitar and for just a little while we got to hear as close to the modern equivalent of those old classics that we will hear. As Jimi fired through Here My Train A Comin&#8217; it was just like being on the delta near the turn of the century when Robert Johnson would travel from small bar to small bar just to make a living playing his guitar. It was a great time that is lost forever.</p>
<p>The acoustic guitar gets its due once in a while on blues and rock records but it will never be a main instrument like it used to be all of those years ago. The sound can never be mistaken and the music played on it was right from the heart and we will never hear music played like that ever again.</p>
<p> Kurt Naulaerts</p>
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		<title>No Reason Blues Electric Blues Chris Dair Chicago Blues</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Oct 2010 21:20:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Chicago Blues track, written and performed by solo guitarist Chris Dair Duration : 0:3:56 addthis_url = 'http%3A%2F%2Fwww.bluesguitarcords.com%2F451%2Fno-reason-blues-electric-blues-chris-dair-chicago-blues%2F'; addthis_title = 'No+Reason+Blues+Electric+Blues+Chris+Dair+Chicago+Blues'; addthis_pub = ''; Technorati Tags: blues, chicago blues, chris dair, Electric, guitar, guitarist, guitarists, Hamer, jeff beck, music, original, rock blues, Song, stevie ray vaughn]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i.ytimg.com/vi/j24BlfdYea4/2.jpg" align="left">Chicago Blues track, written and performed by solo guitarist Chris Dair</p>
<p>Duration : <b>0:3:56</b></p>
<p><span id="more-451"></span><br /><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/j24BlfdYea4" frameborder="0" allowFullScreen="true"> </iframe></p>
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		<title>Fred Sokolow teaches the blues box in E</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Oct 2010 04:18:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[electric blues guitar]]></category>
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		<description><![CDATA[In this lesson from the DVD &#8220;Electric blues guitar,&#8221; Fred Sokolow teaches the first position key of E blues box. More info at http://guitarvideos.com/video/dvd/404dvd.htm Duration : 0:7:51 addthis_url = 'http%3A%2F%2Fwww.bluesguitarcords.com%2F445%2Ffred-sokolow-teaches-the-blues-box-in-e%2F'; addthis_title = 'Fred+Sokolow+teaches+the+blues+box+in+E'; addthis_pub = ''; Technorati Tags: blues, Electric, fred, grossman, guitar, lesson, sokolow, stefan]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i.ytimg.com/vi/hxmbZHNIse0/2.jpg" align="left">In this lesson from the DVD &#8220;Electric <a href="http://www.bluesguitarcords.com" target=_self>blues guitar</a>,&#8221; Fred Sokolow teaches the first position key of E blues box. More info at http://guitarvideos.com/video/dvd/404dvd.htm</p>
<p>Duration : <b>0:7:51</b></p>
<p><span id="more-445"></span><br /><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/hxmbZHNIse0" frameborder="0" allowFullScreen="true"> </iframe></p>
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		<title>HIDEAWAY (1966) by John Mayall&#8217;s Bluesbreakers- featuring Eric Clapton</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Oct 2010 17:15:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[For some people, the history of the electric guitar begins with Mayall&#8217;s Blues Breakers album featuring a young Eric Clapton playing a Les Paul Standard through a Marshall amp. Even now, many believe this is Eric&#8217;s greatest guitar work. At the time, 1966, no one could quite believe the fluid guitar licks and the biting [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i.ytimg.com/vi/m9N8Qi6zLSU/2.jpg" align="left">For some people, the history of the electric guitar begins with Mayall&#8217;s Blues Breakers album featuring a young Eric Clapton playing a Les Paul Standard through a Marshall amp. Even now, many believe this is Eric&#8217;s greatest guitar work. At the time, 1966, no one could quite believe the fluid guitar licks and the biting tone. This album was the basis for the slogans around London saying &#8216;Clapton is God&#8217;. </p>
<p>Here is great info on the equipment Clapton used, including a treble booster. </p>
<p>http://www.gibson.com/en-us/Lifestyle/Features/Get%20That%20Tone_%20Blues%20Breakers/</p>
<p>Hideaway is a Freddy King instrumental that while sticking to the basic structure, has Clapton&#8217;s own stamp. It was a huge inspiration for guitarists at the time and since, and many learned guitar copying licks off this album. (Just look at the many guitarists who have put their own versions on You Tube!). </p>
<p>Sadly there is no film footage of this vintage Clapton, so I have put together a &#8216;Ken Burns&#8217; type slide video using every Blues Breaker era image I could find. </p>
<p>Comments are invited but please no &#8216;my guitarist is better than your guitarist&#8217;!</p>
<p>Duration : <b>0:3:21</b></p>
<p><span id="more-439"></span><br /><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/m9N8Qi6zLSU" frameborder="0" allowFullScreen="true"> </iframe></p>
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		<title>How to play lead electric blues guitar solo skills lesson &#8211; Pentatonic Scale</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Oct 2010 01:09:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ebook http://www.guitarjamz.com/new_requests/ Blues Masterclass dvds http://www.guitarjamz.com/blues_master_class/ Duration : 0:10:43 addthis_url = 'http%3A%2F%2Fwww.bluesguitarcords.com%2F433%2Fhow-to-play-lead-electric-blues-guitar-solo-skills-lesson-pentatonic-scale%2F'; addthis_title = 'How+to+play+lead+electric+blues+guitar+solo+skills+lesson+%26%238211%3B+Pentatonic+Scale'; addthis_pub = ''; Technorati Tags: blues, Electric, guitar, guitarjamzdotcom, How, lead, lesson, marty, martyzsongs, pentatonic, play, scale, schwartz, skills, solo, to]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i.ytimg.com/vi/pwIbaZOqlAI/2.jpg" align="left">Ebook http://www.guitarjamz.com/new_requests/<br />
Blues Masterclass dvds http://www.guitarjamz.com/blues_master_class/</p>
<p>Duration : <b>0:10:43</b></p>
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